TRÊS TONS FUNDAMENTAIS PARA 2014


O que uma palavra pode transmitir mesmo sendo uma unidade mínima, solitária? A resposta é: muito, aliás, tanto bênçãos como maldições. A advertência está em Tiago 3.10: “De uma só boca procede bênção e maldição”. Popularmente ouvimos que nossa palavra tem poder: poder para levantar as pessoas e derrubá-las, poder para alegrar pessoas e entristecê-las, poder para ajuntar e separar. Com o advento de um novo ano, é mister que repensemos nossas ações e façamos uma transição do uso de palavras maléficas para o uso de palavras abençoadoras.

O PREPARO DA ADORAÇÃO

Nesta vida nada deve ser realizado sem a devida preparação. Imagine um casamento sem preparo?! Imagine o resultado de vestibular sem preparo?! Agora, imagine a sua adoração... Sim, como enalteceu o próprio profeta Jeremias: “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente”. Portanto, é evidente que até para a adoração devemos nos preparar.

Pode-se dizer que preparo é “o conjunto das providências capazes de determinar as melhores condições possíveis para a realização dum empreendimento”. O empreendimento da Igreja de Cristo por excelência é a adoração. Outrossim, preparo é sinônimo de aparelhar, que por sua vez, significa “dotar de tudo que é necessário ao cumprimento de uma missão”. Assim, o preparo da adoração consistirá de providências necessárias (que todo cristão precisa assumir) para uma adoração contemporânea mais bíblica. Eis algumas providências necessárias no preparo da adoração:


ÁRVORE DE NATAL: TER OU NÃO TER?


A árvore de natal é um símbolo muito usado nas residências, lojas e lugares públicos para identificar a chegada do natal. Mas, o que a Bíblia poderia dizer sobre tal assunto? Cristãos Protestantes podem usar árvores de Natal? Creio que sim, mas há objeções de muitos.

SANTA CLAUS: O PAPAI NOEL DO NATAL

Com chegada do Natal nota-se um nítido incômodo, entre muitos cristãos, sobre a tradição do “Papai Noel”. As objeções para essa tradição incluem o seguinte: (1) Papai Noel é uma figura mística com atributos divinos, tais como a onisciência e a onipotência; (2) quando as crianças aprendem que “Papai Noel” não é real, elas perdem a fé nas palavras dos seus pais e em seres sobrenaturais; (3) “Papai Noel” distrai a atenção de Cristo; (4) a estória de “Papai Noel” ensina as crianças a serem materialistas, etc. Em face de tais objeções, pode-se dizer algo de bom do "Papai Noel"? Imagino que sim.